terça-feira, 26 de novembro de 2013

Animais e pessoas podem não estar livres de vermes

Este é um questionamento que ronda a cabeça de muitos donos de pets, principalmente os que têm crianças em casa.

Muita gente acha que pelo fato de seus animais serem limpos e passarem a maior parte do tempo dentro de casa, eles estão livres de ter vermes. Estão enganados. Os cães e gatos podem se contaminar de diversas maneiras com vermes e protozoários intestinais que prejudicam a saúde deles e de seus donos.


Os parasitas internos têm várias maneiras de chegar até o intestino dos nossos amigos. A contaminação pode ocorrer após a ingestão de ovos e larvas presentes no ambiente, pela penetração de larvas na pele do animal, através da ingestão de hospedeiros intermediários como pulgas ou pela transmissão da mãe para os filhotes durante a gestação ou amamentação. As espécies de vermes mais comuns em cães e gatos são o Ancylostoma spp, o Toxocara spp e o Dipylidium caninum. A Giardia é um protozoário microscópico que coloniza o intestino e pode ser adquirida após a ingestão de cistos presentes em alimentos ou água contaminados. Esses cistos serem resistentes à maioria dos desinfetantes comuns e sobreviverem por um longo período no ambiente faz com que o controle e a prevenção da giardíase necessitem de muito empenho dos donos. 


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O que fazer quando seu animal morre? Saiba mais sobre as escolhas que você tem de fazer


Foto: Wikimedia
O relacionamento entre um dono e seu animal de estimação não é muito diferente de qualquer outro. Infelizmente, os pets vivem muito menos que os humanos e, por isso, é muito comum que tenhamos de lidar, eventualmente, com o fim da vida deles. Tem aspectos afetivos, claro, mas também práticos. E, às vezes, quando um e outro se misturam, pode ser difícil administrar.

Lidar com a morte de um bichinho é um desses casos: além da perda, que geralmente vem acompanhada de sofrimento (e até muito), muita gente se pega sem saber o que deve fazer em casos assim.

Na maioria das vezes, os donos que perdem seus animais optam por enterrá-los em terrenos baldios ou mesmo em jardins de suas próprias residências. Mas vale lembrar que grande parte dos animais falece através da contaminação de doenças transmissíveis também ao homem, as chamadas zoonoses. E mesmo depois do óbito, essas enfermidades ainda podem ser transmitidas aos humanos e também a outros pets. Por isso, é essencial que estejamos cientes de todos os cuidados que devem ser tomados, inclusive para com a saúde pública.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Planta atua no controle da placa bacteriana em cães

A planta, em solução a 10%, se mostrou eficaz
no tratamento dentário (Foto: Wikimedia Commons)
A Kalanchoe gastonis-bonnieri (KGB), vegetal popularmente conhecido como “planta-da-vida”, “orelha-de-porco”, “saião” ou “folha-grossa”, pode ser usada para combater a doença periodontal em cães. Isto porque, segundo pesquisa de doutorado da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, a planta foi eficaz na redução do biofilme bacteriano e do cálculo dentário.

O estudo, de autoria da médica veterinária Samira Lessa Abdalla, comprovou a ação do KGB in vivo, ou seja, fazendo o tratamento odontológico nos próprios cachorros. A alta incidência da doença periodontal em cães – de 85% – foi o que motivou Samira a pesquisar o tema. Esta enfermidade é causada pelo acúmulo de placa bacteriana nos dentes e gengiva, mecanismo que aconteceu em menor intensidade quando os cães eram tratados com KGB.

O cálculo dentário, por sua vez, se forma quando há a mineralização da placa bacteriana, se acumulando entre os dentes e a gengiva. Plantas medicinais são usadas comumente para tratamento odontológico, mas raras são as vezes em que há estudo científico sobre seus efeitos.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

3ª Reunião do Comitê Consultivo da BVS-Vet

Abertura - Prof. Dr. Enrico Ortolani
A 3ª Reunião do Comitê Consultivo ocorreu no dia 18/09/2013 e abordou os avanços obtidos pela BVS-Vet durante o ano de 2013, apontando o seu desenvolvimento em infraestrutura tecnológica e administrativa, além dos novos produtos e serviços oferecidos.

O grande destaque da reunião foi a apresentação do Portal de Revistas em Veterinária e Zootecnia, desenvolvido com o software livre OJS. Esta iniciativa tende a ser o maior subproduto da BVS-Vet e tem como objetivo contribuir para a visibilidade da produção científica brasileira das áreas de medicina veterinária e zootecnia, promovendo a publicação de revistas científicas em acesso aberto.

Sobre o processo de certificação e desenvolvimento da BVS-Vet, a Bireme, representada pela Sra. Verônica Abdala, salientou a importância dos três pilares para a sustentabilidade da BVS: cooperantes, rede de conteúdos, e ambientes fáceis para as informações permearem. Dessa forma, o maior desafio da BVS-Vet é o fortalecimento de sua rede de cooperantes com a finalidade de ampliar a divisão de responsabilidades, facilitando todos os processos de trabalho e de divulgação.

A possibilidade de parceria entre a BVS-Vet e a BVS Saúde Pública Veterinária/PANAFTOSA esteve em pauta, e as estratégias de apoio e colaboração entre as BVSs serão discutidas, em meados de outubro, em reunião a ser realizada em São Paulo.

Comitê Consultivo e Secretaria Executiva da BVS-Vet

Até o final deste ano, a BVS-Vet dará início ao processo de avaliação com vistas à certificação, pois todos os integrantes do Comitê Consultivo concordaram que a biblioteca virtual está bem estruturada e em perfeitas condições de conquistar o selo que irá validar este importante trabalho que vem sendo desenvolvido há quase 10 anos.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

7 receitas caseiras para tratar seu cachorro

Você sabia que existem remédios naturais que podem amenizar alguns problemas caninos?

Foto: iStock

Conheça 7 receitas caseiras indicadas pela médica veterinária Elizabeth Estevão:

1. Acabe com pulgas e carrapatos
Para repelir os parasitas pingue uma gota de chá de arruda no seu cãozinho. A médica também recomenda que os donos façam uma infusão - que consiste em despejar água sobre uma substância posta em uma vasilha - de 1 litro de água (sem ferver) em 20g de folhas de arruda. Esta água deve ser derramada no cão após o banho e secar naturalmente.
Dica: Galhos da erva-de-santa-maria na cama deles agem como repelente.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Descubra como lidar com a velhice do seu animal de estimação

Cães e gatos atingem a terceira idade conforme porte e lugar onde vivem

Antes vistos apenas como animais de estimação, os cães e os gatos tornaram-se parte das famílias. Mas já parou para pensar há quantos anos ele está na sua? Se você se perdeu nas contas, ou lembra do seu filho bem pequeno brincando com ele, prepare-se: brevemente, você terá de enfrentar a velhice do seu amigão.

Especialista em medicina felina e vice-diretora do Hospital de Clínicas Veterinárias, Fernanda Amorim explica que, para os gatos, essa fase da vida começa por volta dos 12 anos. 

Para os cachorros, a divisão é um pouco mais complexa, diz a especialista em problemas de comportamento de cães e gatos Ceres Faraco. Por mais estranho que pareça, a fase geriátrica chega mais cedo para os cães grandes, por volta dos sete anos. Os pequenos, como as raças bichon frisé e maltês, envelhecem por volta dos 10 ou 11 anos.

Gabriela Jacobsen, com seus filhos gêmeos, brinca com o gato Iura de dezenove anosFoto: Mauro Vieira / Agencia RBS

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Cuidados com a alimentação dos cães após a castração

Obesidade em animais castrados pode ser controlada com alimentação adequada, ingestão equilibrada de determinados nutrientes e atividades físicas

A castração agrega muitos benefícios à saúde dos cães e a cada dia cresce o número de machos e fêmeas castrados, seja por desejo de seus proprietários ou pela indicação incisiva por parte dos médicos veterinários.


Mas, afinal, o que é a castração? Quais os benefícios que pode proporcionar?

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Criocirurgia veterinária elimina tumores na pele por congelamento

A criocirurgia é uma técnica muito usada em seres humanos para o tratamento de diversas doenças, principalmente o câncer. O procedimento é baseado no uso de substâncias congelantes (nitrogênio líquido) com o intuito de necrosar células e tecidos doentes. O uso veterinário é muito similar, incluindo o aparelho de aplicação, que é o mesmo. Alexandra Greuel, veterinária com especialização em oncologia, explica que a área da pele prejudicada é queimada por meio do nitrogênio líquido. “As células que causam a lesão são congeladas e se rompem, o que faz com que o tumor desapareça”, esclarece a especialista.

A veterinária Sabrina dos Santos Costa Poggiani explica que o necrosamento das células cancerígenas permite, por exemplo, a renovação do epitélio. Ela ressalta que a criocirurgia não impede o aparecimento de novas lesões, sendo responsabilidade do proprietário estar atento a qualquer anormalidade no pet. Em animais, a técnica é usada apenas em lesões externas, diferentemente do que ocorre em humanos.

Os tipos de lesão que os pets podem desenvolver na pele variam entre melanomas, adenomas, tumores nas glândulas sebáceas e carcinomas, sendo esses os mais comuns. “Cães e gatos tendem a desenvolver carcinomas quando jovens, antes dos 6 anos”, explica Sabrina. Além da idade, outro fator que influencia o aparecimento do tumor é a cor da pelagem. Pit bulls e gatos brancos estão entre os mais expostos ao câncer de pele.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Saúde do gato: bolas de pelos

Saiba por que se formam as bolas de pelos, seus riscos e conheça formas de prevenção e tratamento.


Os gatos têm por hábito cuidar rigorosamente de sua higiene lambendo-se para a manutenção de sua pelagem. Inevitavelmente este hábito implica na deglutição de pelos, já que a língua do animal é áspera e não lhes permite cuspir os pelos que ficam agarrados.
A consequência de o animal engolir pelo é o acúmulo deste no estômago, já que os pelos não são digeríveis; e o posterior ato de expelir através do vômito. Os pelos são vomitados em pequenos emaranhados de forma tubular, com cerca de cinco centímetros.

As bolas de pelos expulsas são chamadas de tricobezoares.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Como Socorrer um Cão Engasgado

Cachorros, muitas vezes, são como crianças, além dos cuidados com alimentação, saúde e higiene é preciso estar atento ao que estão fazendo. Como usam a boca para pegar tudo, ou mastigar o que veem pela frente, podem acabar engolindo objetos estranhos sem intenção. Um cachorro engasgado precisa de cuidados imediatos para não sufocar, ficando sem ar o que pode levar ao óbito. Conhecer algumas medidas necessárias de primeiros socorros pode salvar o animal. Saber como socorrer um cão engasgado é essencial para emergências e pode até salvar a vida de seu cão.

Meu cachorro engasgou, e agora?

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Talvez os animais só precisem de tempo de qualidade com amigos

Por Christopher Kelly (publicado em 27 de julho de 2013)

Os visitantes humanos viram o leão adulto levantar-se de sua soneca e caminhar para a frente de um recinto de madeira no terreno de 50 acres do International Exotic Animal Sanctuary, a cerca de 40 minutos do norte de Forth Worth (Texas, Estados Unidos). Ele emitiu um barulho que pode ser considerado algo entre um rosnar e um suspiro. Ele mal mostrou os seus dentes.

Este é o momento em que a maior parte dos visitantes dá um passo para trás.

Louis Dorfman, especialista em comportamento animal e diretor desta organização sem fins lucrativos, deu um passo para frente e entrou. O leão calmamente se esgueirou ao lado dele.
"Parece que ele fazendo isso é somente uma forma de dizer: Está ok. Eu te reconheço. Eu te respeito. Estou feliz em te ver”, ele diz.

Louis Dorfman, autodidata em comportamento animal, no Santuário Internacional de Animais Exóticos.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Como criar cães em apartamentos

Getty Images - Thinkstock
É só olhar em volta e ver que os prédios não param de subir pelo Brasil inteiro. Mas o fato de morar em apartamento não impede ninguém de ter um cãozinho de estimação. Houve uma época que era normal ouvir que determinados síndicos proibiam a posse de animais em seus prédios. Esta proibição é ilegal desde 19 de dezembro de 1964, quando a lei 4.591 - Capítulo V - Art. 19º determinou que cada condômino tem o direito de usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, desde que não cause dano ou incômodo aos demais condôminos ou moradores. Sendo assim, se não há barulho, agressividade ou ameaças à saúde pública, você pode ter um cão (ou qualquer outro pet) no seu apartamento.

Pelo fato da maioria dos apartamentos serem bem menores que casas e não terem espaços que se assemelhem a quintais, a adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão, Cassia Rabelo, deu dicas de como cuidar bem do seu cãozinho.

Qual é o melhor cão para apartamento?

terça-feira, 25 de junho de 2013

Saiba como cuidar do seu pet no inverno

Quando a temperatura cai, os bichinhos merecem atenção especial


Há quem acredite que roupinhas e banho com água quente sejam mimos exagerados de donos que tratam animais como gente. Na estação mais fria do ano, especialistas explicam que os bichinhos precisam de atenção especial e que esse tipo de medida é apenas o começo de uma série de cuidados que devem ser tomados.

Os especialistas Mário Marcondes dos Santos (diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira), André Grespan (veterinário responsável pelo Wildvet) e Marcelo Quinzani (diretor do Hospital Pet Care) dão algumas dicas para quem tem cachorros, gatos, pássaros, peixes, roedores ou répteis em casa.

CACHORROS

Não é frescura: roupinhas são essenciais no inverno (Foto: Thinkstock)

No inverno, filhotes e cães idosos são os mais prejudicados. “Os mais velhos costumam sofrer com artrose e sentir dores na coluna e nas articulações”, explica Marcelo Quinzani. “Além disso, eles sentem mais frio porque a pelagem não é mais eficiente, a camada de gordura não é tão espessa e os músculos ficam atrofiados, o que diminui o metabolismo”, complementa o veterinário.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Aberta nova chamada para submissões de artigos na revista Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science




O periódico Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science (BJVRAS) é uma publicação bimestral, vinculada à Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo e conta com o apoio da Fundação de Medicina Veterinária (FUMVET). 

O foco do periódico são trabalhos científicos sobre medicina veterinária e ciências afins.

Acesse a página da revista para maiores informações e também para realizar as submissões online dos artigos:


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Você sabe o que faz o Zootecnista?


Muitos brasileiros ainda não sabem, mas os Zootecnistas contribuem consideravelmente para garantir a segurança alimentar e o bem-estar da população.  Embora ainda pouco conhecida, a área de atuação desse profissional é fundamental para o avanço de um dos principais setores da economia brasileira - o agronegócio. São eles os responsáveis pela avaliação, aprimoramento e melhorias genéticas de animais de produção, assim como do manejo das criações que se transformam em alimentos para o mercado interno e externo do País.

Também são deles a incumbência de selecionar os animais que formam o rebanho matriz para reprodução, de determinar o sistema e as técnicas a serem usados em cruzamentos, de pesquisar as necessidades nutricionais do rebanho e estabelecer a dieta adequada aos animais. "O Zootecnista busca controlar a produtividade e trabalha diretamente na questão da segurança alimentar com enfoque nos aspectos nutricionais em rebanhos, em animais confinados nos centros de apreciação e também em pets", detalha o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda.

 Área tem ganhado espaço importante no país

Segundo a presidente da Comissão Nacional de Ensino da Zootecnia (CNEZ) do CFMV, Ana Cláudia Ambiel, o mercado de trabalho para o Zootecnista está cada dia mais atrativo e abrangente. Ela observa que além de trabalhar a adequação do sistema criatório - bovinos de corte e de leite, aves, suínos, ovinos, caprinos, bubalinos, equinos, organismos aquáticos, animais silvestres, entre outros, os Zootecnistas também são responsáveis pela implantação e manejo de pastagens. "É uma profissão de grande importância social e econômica, porque nosso trabalho proporciona o desenvolvimento de todo o setor do agronegócio", avalia Ambiel.

Ao contrário do que possa parecer à primeira vista, o Zootecnista não atua somente no campo, mas também na indústria alimentícia, em universidades, institutos de pesquisa e órgãos públicos. "Também trabalhamos a questão do bem-estar dos animais selvagens em zoológicos e centros de triagem e atuamos de forma sustentável para a conservação dos recursos naturais", acrescenta a Zootecnista. A grade curricular é ampla, já que estão incluídas na formação do Zootecnista disciplinas como nutrição e alimentação animal, pastagens, melhoramento genético animal e de plantas, bioclimatologia, comportamento animal, ciências do solo e biotecnologia, por exemplo.

Área Jovem e promissora

A Zootecnia é uma profissão jovem. A primeira Faculdade de Zootecnia no Brasil foi fundada em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, em 13 de maio de 1966, quando é comemorado o Dia do Zootecnista. A profissão foi regulamentada em 1968. Atualmente, existem no País 112 cursos de Zootecnia formando cerca de 3,5 mil profissionais por ano.  O Conselho Federal de Medicina Veterinária tem registrados 7.400 Zootecnistas atuantes. "Atuamos na cadeia produtiva com olhos para o mercado de crédito de carbono, fair trade, orgânicos, bem-estar animal, inserção mo mercado de energia (biodisel e etanol), biotecnologia e nutrigenômica, atuação estratégica na cadeia de pets e área de serviços e lazer rural", acrescenta Ana Cláudia Ambiel.

Assessoria de Comunicação CFMV
(61) 2106 0400
comunicacaosocial@cfmv.gov.br
marcia.neri@cfmv.gov.br
flavia.tonin@cfmv.gov.br

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Fundação promove Fórum da Rede Brasileira de Bibliotecas Virtuais em Saúde

Cartaz da Rede BVS Brasil
Com o intuito de discutir ações em prol do fortalecimento e sustentabilidade da Rede Brasileira de Bibliotecas Virtuais em Saúde (BVS), a Fiocruz, por meio de sua Vice-Presidência de Ensino, Informação e Comunicação (VPEIC) e do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), promoveu, nos dias 25 e 26 de abril, o primeiro Fórum da rede BVS Brasil. No encontro, foram apresentados os resultados de pesquisa realizada com as instâncias participantes da rede, além dos desafios e perspectivas em prol de sua sustentabilidade. Também foram definidas as principais demandas e eixos estratégicos que devem ser contemplados por ações em prol do fortalecimento e manutenção da rede, que tem como principal objetivo convergir as BVS temáticas brasileiras e integrar suas redes de fontes de informação em saúde, por meio do Portal da BVS Brasil. Fruto da evolução da cooperação técnica em informação em ciências da saúde conduzida pela Biblioteca Regional de Medicina (Bireme), da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), a rede é composta por 34 BVS segmentadas por área temática e institucionais. A Fiocruz participa com mais de dez bibliotecas virtuais em saúde.

Na abertura do evento, o diretor da Bireme, Adalberto Tardelli, destacou que a Rede BVS Brasil representa a Bireme, sendo a continuação de um serviço prestado pela instituição há mais de 46 anos, que é visto atualmente como um bem público regional. Ele ainda lembrou que o Brasil detém 1/4 das BVS das Américas, sendo que destas 1/3 pertence à Fiocruz. “A importância deste encontro se dá pela dimensão da rede e pela ocorrência dele na própria Fiocruz. O objetivo é pensarmos em como vencer nosso principal desafio: a sustentação dessa imensa rede já instaurada”, disse. A vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação, Nísia Lima, falou da importância que o Ministério da Saúde e a Fundação atribuem ao encontro. “Vamos unir esforços para os desafios aqui colocados para que a Rede BVS Brasil ganhe em revisões e sustentação. Esse esforço cooperativo é o principal papel da área de informação em saúde”, declarou.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Um pacote virtual para o estudo da mente canina


Em 1995, Brian Hare começou a se perguntar o que o seu cão Oreo estava pensando.


Na época, ele estava no segundo ano na Emory University e estudava psicologia animal com Michael Tomasello.  Dr. Tomasello comparava a inteligência social dos seres humanos e outros animais.


A esta altura, sabia-se que os seres humanos são extremamente sensíveis a sinais provenientes de outros seres humanos. Usamos essa informação para resolvermos problemas que temos dificuldades em cobrir por conta própria.


Brian Hare,professor associado da Universidade de Dukee e chefe científico do escritório da Dognition, conduzindo a brindadeira "folder game" com Finley.

Dr. Tomasello descobriu que chimpanzés, nossos parentes vivos mais próximos, normalmente não conseguem perceber este tipo de informação social.  Por exemplo, apontar para o local onde uma banana está escondida geralmente não vai ajudar um chimpanzé encontrá-la. Talvez este teste de apontar tenha revelado algo importante sobre a evolução mente humana.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Financiamento de 100 mil dólares a inovações em saúde animal e humana




Financiamento de 100 mil dólares a inovações em saúde animal e humana

Fundação Gates busca soluções no campo veterinário para doenças humanas e também abordagens da medicina para problemas de animais com impactos no homem, como tuberculose bovina e febre aftosa. O desafio faz parte do Grand Challenges Explorations, que tem inscrições abertas até 7 de maio

Apenas 13 tipos de zoonoses, doenças transmitidas entre animais e o homem, infectam todos os anos 2,4 bilhões de pessoas e matam 2,2 milhões no mundo. Os dados são de pesquisa divulgada em 2012 pelo International Livestock Research Institute (ILRI) e pelo Instituto Britânico de Zoologia. O Brasil figura no ranking dos 20 países com o maior número de fatores de risco para o aparecimento do problema, entre eles a pobreza e sistemas precários de pecuária e produção animal. Por aqui, o Ministério da Saúde registrou no ano passado 590 000 casos de dengue, uma das zoonoses mais comuns no país. Boa parte delas são também consideradas doenças tropicais negligenciadas, como a esquistossomose e a filariose.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Animais de estimação também podem aproveitar os benefícios da aromaterapia

Beagle Smelling Dandelion by Jason Matta
Problemas comuns de comportamento e até de saúde podem ser amenizados em cães, gatos e pássaros domésticos com os óleos essenciais e vegetais.

No Brasil, a aromaterapeuta e aromatóloga Sâmia Maluf foi uma das primeiras pessoas a disseminar o conceito de Aromaterapia, uma ciência que estuda os benefícios físicos e psíquicos decorrentes do uso dos óleos essenciais e vegetais extraídos de flores, folhas, frutas, caules e raízes.

“É um método natural de promoção de saúde física e psíquica que também pode ser utilizado nos animais de estimação”, defende.  A especialista reconhece que a ideia de usar óleos essenciais em cães, gatos e pássaros pode parecer estranha. Mas, na verdade, é uma das maneiras mais lógicas e sensatas para ajudar os animais de estimação a serem saudáveis e felizes. “Eles têm a sensibilidade muito aguçada”, esclarece.

A Aromaterapia pode ajudar na higiene, em problemas físicos – como os respiratórios e dermatológicos – e em problemas comportamentais: medos, agressividade e estresse. “Quando um cão cheira um óleo essencial, as moléculas passam através de seu sistema olfativo para a área límbica do cérebro, que lida com o instinto, a emoção e a regulação de muitos sistemas e órgãos, como a resposta antiinflamatória”, exemplifica. Ela lembra que gatos são mais sensíveis a aromas do que cães, e que, dependendo do animal, mudam as quantidades de óleo essencial usado no tratamento.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O estudante da Universidade de Nova Iorque, Joe Landolina desenvolveu o Veti-Gel aprovado para uso em práticas veterinárias neste verão


O estudante da Universidade de Nova Iorque, Joe Landolina, de 20 anos, inventou um gel que para instantaneamente hemorragias internas e externas.

(Foto: Cortesia de Joe Landolina)
Disponível neste verão para as práticas veterinárias, Landolina lançou o conceito do produto em 2011, quando ainda era apenas um calouro, e venceu o concurso de negócios competindo contra candidatos com MBA e doutorado.

Plantas com vasos condutores e tecido sintético que crescem e sustentam a estrutura dos organismos, chamadas de matrizes extracelulares (ECM), compõem o Veti-Gel. Esta composição coagula e liga as plaquetas sanguíneas para fechar e começar a cicatrizar as feridas sem pressioná-las, diz Landolina. 

Esta perspectiva lhe permitiu desenvolver o Veti-Gel mais rápido e numa ordem não convencional, diz Marisa Tricarico, 30, associada NYU Innovation Venture Fund. Landolina diz que não sabe sabia como o processo iria funcionar na criação do gel chamado Veti-Gel.
“A ingenuidade realmente nos ajudou a seguir adiante” diz o estudante. “Como um calouro, se eu soubesse da dificuldade que seria este processo, acredito que não teria continuado. Não saber o que aconteceria depois nos ajudou a seguir em frente”.

Foi um processo gradual de pesquisa baseado em tentativas e erros. Ao contrário dos cientistas que tentaram e falharam em replicar a matriz extracelular humana, Landolina desenvolveu células que são similares às matrizes extracelulares do corpo, mas não são idênticas.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Biblioteca Virtual em Saúde completa 15 anos

 
No dia 27 de março de 2013, a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) completou 15 anos de existência. Em homenagem a Rede São Paulo, o Canal Profissional realizou um programa especial do Roda de Conversa no estúdio da Escola Municipal de Saúde da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo com participação da BIREME, Rede BVS Brasil, BVS SMS São Paulo, BVS Odontologia, BVS Psicologia e a nossa BVS-Vet. 


O vídeo da gravação será divulgado em breve no Canal Profissional da Rede São Paulo Saudável no You Tube: 


Parabenizamos todas as BVSs pelo relevante trabalho realizado ao longo desses 15 anos!


Agradecemos ao Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, FMVZ/USP e BIREME pelo apoio!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Como lidar com cães barulhentos?

Foto: Peter M. Fisher/Corbis
Ter uma boa noite de sono, assistir à televisão, ler um bom livro ou meditar, tudo isso para algumas pessoas são coisas impossíveis de se fazer quando existe um cachorro latindo o tempo todo. Se o seu amigo de quatro patas lhe incomoda quando você está fazendo coisas simples da vida, imagina só como ele deve incomodar o seu vizinho?

Isso é o dilema de muitas pessoas, principalmente as que moram em apartamentos, já que o eco é enorme! Muitas pensam até em desistir de ter um cãozinho, quando percebem que ele está sendo impertinente, ou ainda partem para a crueldade, batendo ou pagando para tirar as cordas vocais do bichinho.

Para Cleber Fontana, médico veterinário do Pet Care HospitalVeterinário latidos excessivos são decorrentes, geralmente, de distúrbios de comportamento e estão relacionados diretamente à educação e condicionamento dado pelo proprietário ao seu cão.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Cachorros podem compreender o ponto de vista humano


Cães domésticos são muito parecidos quando roubam comida achando que ninguém pode vê-los, sugerindo, pela primeira vez, que eles são capazes de entender o ponto de vista humano.

Muitos donos de cachorros pensam que seus animais são espertos e que entendem os humanos, mas até agora, este fato não foi comprovado pela ciência.

Dra. Juliane Kaminski e seu cachorro Ambula.

Dra. Juliane Kaminski, do departamento de Psicologia da Universidade de Portsmouth, vem mostrando que, quando um humano proíbe um cachorro de comer, os animais são quatro vezes mais desobedientes se estiverem num quarto escuro do que num claro, sugerindo que os cachorros parecem apresentar consciência do que os humanos podem ou não ver.

Dra. Kaminski diz: “É incrível porque isso pode significar que os cães sabem que os humanos não podem vê-los, e que talvez eles sejam capazes de entender a perspectiva humana!”.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Cuidando dos filhotes


Pequenos, frágeis, desastrados e bagunceiros. Eles são encantadores e precisam de atenção


Foto: Cachorros Puppies by Lisandro M. Enrique
Animais de estimação são fofos demais. Filhotes, então, são lindos e nos deixam babando. Capazes de arrancar suspiros e despertar sentimentos de proteção, os pequenos exigem atenção especial. Em fase de crescimento, eles precisam de alimentação adequada, receber as vacinas devidas e uma série de outras coisas. A revista Vida Natural, edição 49, trouxe um guia para ajudar a cuidar do seu filhote de maneira correta e para desfrutar, em companhia de seu novo amigo, momentos de descontração.

Hora de comer
Como todo mamífero, filhotes de cães e gatos, também, precisam ser amamentados. Por isso, eles tem que ficar junto à mãe por até 60 dias para serem alimentados e ganharem resistência.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Conheça o OVAM - Online Veterinary Anatomy Museum (Museu de Anatomia Veterinária Online)

Anatomia tem sido o alicerce sobre o qual veterinários constroem o seu conhecimento através do estudo das estruturas e do funcionamento normal das partes animais para entender as doenças e como realizar cirurgias. 



Neste vídeo (em inglês), Mark Evans apresenta o OVAM (Online Veterinary Anatomy Museum -http://www.onlineveterinaryanatomy.net) um projeto financiado pela JISC que pretende reunir os melhores materiais de ensino de anatomia veterinária do mundo todo, permitindo que os mortos voltem a viver.



Vale uma visita.



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Médicos veterinários e médicos encontram paralelos em suas pesquisas



Por três vezes nos últimos dois meses, médicos pesquisadores do St. Luke’s-Roosevelt Hospital Center em Manhattan atravessaram a cidade até o Animal Medical Center para observar olhar os cachorros.

Médicos do hospital do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center se sentiram atraídos pela chance de estudar anomalias de veias e artérias que são raras em humanos, mas comuns em cachorros. E o intercâmbio entre hospitais humanos e veterinários também ocorre no sentido oposto: no mês passado, veterinários do Animal Medical Center começaram a se reunir com seus colegas no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center para  observar os testes com aparelhos não invasivos para remoção de tumores do trato urinário através de impulsos elétricos.

Dr. Jonathan M. Levine at Texas A&M  estuda leões na espinha em animais como Dexter, um dachschund.
Trocas como estas estão se tornando cada vez mais comuns. Uma vez que corajosos pioneiros já avançaram por esta estreita trilha, as conexões entre faculdades de veterinária e instituições médicas se tornaram grandes vias de tráfego nos últimos cinco anos ou mais, com um fluxo constante de pesquisadores de ambos os lados em diversas áreas médicas.


BVS-Vet acompanha na BIREME a posse da nova Diretora da OPAS


Recepção da posse da Dra. Carissa Etienne (Foto: Bireme)
A coordenação da Biblioteca Virtual em Medicina Veterinária e Zootecnia, os colaboradores da BIREME, além de autoridades e apoiadores institucionais do Centro, em São Paulo, acompanharam remotamente a cerimônia de posse da Dra. Carissa Faustina Etienne, Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Diretora Regional para as Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS) que aconteceu na Sede da OPAS, em Washington D.C., Estados Unidos, em 31 de janeiro de 2013.

O Diretor da BIREME, Adalberto Tardelli, durante as atividades, agradeceu presença de 17 participantes representantes do Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) (signatários do convênio de manutenção da BIREME no Brasil), Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP), Universidade de São Paulo (USP) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Esse momento de transição se caracteriza pelo reconhecimento dos resultados alcançados com ênfase nas perspectivas futuras da cooperação técnica que Organização brinda aos países para melhorar a saúde e a qualidade de vida de todas as pessoas nas Américas. A BIREME e sua rede de colaboradores, que inclui o trabalho realizado constantemente pela BVS-Vet, contribuíram para esse objetivo fortalecendo os sistemas nacionais de informação científica e técnica.

Em suas palavras, a Dra. Carissa destacou: “Melhorar a saúde e o acesso ao cuidado da saúde, se traduzirá em economias mais fortes, sociedades mais coesas e em nações que estejam em melhores condições para integrar-se e competir no mundo globalizado”.

A BVS-Vet parabeniza a nova diretora da OPAS Carissa Etienne e deseja sucesso em sua gestão.


Sobre a Diretora da OPAS

Dra. Carissa Etienne (Foto: Bireme)
A Dra. Carissa Etienne é médica pela University of the West Indies, da Jamaica e mestre em ciências no tema saúde comunitária em países em desenvolvimento pela London School of Hygiene and Tropical Medicine, University of London.

Eleita Diretora da OPAS por seus Estados Membros em 19 de setembro de 2012, a Dra. Etienne dará início a um mandato de cinco anos em 1° de Fevereiro de 2013. A Dra. Etienne foi Diretora Assistente para Sistemas e Serviços de Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra, na Suíça entre 2008 e 2012, e Diretora Assistente da OPAS entre 2003 e 2008. Durante seus mandatos na OPAS eOMS, a Dra. Etienne liderou esforços para renovar serviços de atenção primária à saúde, promovendo integração e fortalecendo os sistemas de saúde. A Diretora eleita dirigiu a elaboração do World Health Report 2010 da OMS, e liderou a agenda global da Organização que apoia o acesso universal a produtos médicos eficientes e seguros.

Em seu país natal, Dominica, onde a Dra. Etienne iniciou sua carreira médica, sua liderança na área de desastres e como Coordenadora do Programa Nacional de AIDS junto ao Ministério da Saúde são amplamente reconhecidos.


Texto: adaptado da Bireme
Fotos: Bireme

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Como lidar com cães que se recusam a usar guia

Ideal é educar o cão desde pequeno (Foto: Getty Images)

“A grande desgraça do mundo é a coleira. E como há coleiras espalhadas pelo mundo!” Lembrei-me dessa frase de um dos livros de Monteiro Lobato, que deve ser interpretada metaforicamente como ode à liberdade, mas não literalmente em se tratando de cachorros.

Como eles não nasceram com coleiras, é natural que alguns resistam a usá-las – não só os mais ferozes, mas também os criados em ambientes amplos, como sítios ou fazendas, cujos donos seguem ao pé da letra a frase “criar o bicho solto”. Aqui vai, portanto, mais um de nossos guias gerais, desta vez para acostumarmos nossos peludos, bravos ou mansos, a usarem coleira – o que, obviamente, é muito recomendável para passeios na rua, ainda mais em cidades agitadas e menos humanas e caninas do que deveriam ser.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Aquisição de cães por impulso é uma das principais causas de abandono dos animais

A guarapuavana Viviane Kramer, de 17 anos, dá um exemplo de como é possível mudar a história de um cão através do carinho e da guarda responsável

A adoção ou aquisição de um animal envolve compromisso. Com o bichano, surgem responsabilidades que muitas vezes são ignoradas pelo dono. É o caso de quem compra ou adota um animal por impulso, sem se dar conta de que ele deverá viver por 12 a 15 anos, que crescerá, precisará de um ambiente e de espaço adequados.
Magrão, o cachorro de Viviane, foi atropelado no ano passado (Foto: Janaina Carvalho/Diário de Guarapuava)
O resultado da falta de consciência disso é a quantidade de cachorros e gatos abandonados. Aldonei Luiz Bonfim, ou Dognei, como é conhecido, é funcionário do Canil Municipal e há cinco anos se dedica aos casos de abandono e maus tratos. “Só hoje de manhã [quinta-feira] foram dois cães atropelados, e há casos em que os donos abandonam, não se prontificam a socorrer o animal e nem buscar por ajuda, para não ter gastos com o veterinário”, contou, na última quinta-feira, 17.

A principal legislação de proteção aos animais é a lei 9.605/1998, de crimes ambientais, na qual se prevê pena de três meses a um ano e multa em caso de prática de abuso, maus tratos, ferimento ou mutilação de animais silvestres, domésticos ou domesticados.
Mas, segundo Aldonei, nem sempre isso impede que os maus tratos aconteçam. “É por isso que, além da lei de proteção, há um trabalho intenso de conscientização”.
A guarda responsável é o último tema da campanha Vidacão, realizada pelos meios de comunicação de Guarapuava.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Informativo de janeiro.

O informativo do mês de janeiro já saiu.

Informativo BVS-Vet - Janeiro/2013


Está com dicas para cuidar dos pets no verão, receita de picolé para cachorros, informações sobre a alimentação natural para animais.

Ele também traz informações sobre os produtos da BVS-Vet: o LIS e a agenda de eventos.


Clique aqui para acessar.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Saiba que cuidados ter com cães e gatos em dias de verão


Donos devem levar cachorros para passear antes das 10h e após as 18h. Gatos devem ter mais fontes de água à disposição, diz veterinária.


Cachorros e gatos de estimação exigem cuidados extras em dias de calor e de sol, afirmam veterinários ouvidos pelo G1. O consumo de água, o tamanho dos pelos, o local onde o animal dorme, o uso de ventiladores, tudo deve ser bem observado pelos donos no verão.

Cadela labrador na piscina em um dia de calor (Foto: Isabela Figueira de Andrade/VC no G1)
Os passeios, no caso dos cães, devem ser feitos em horários em que o sol não esteja tão forte. Uma orientação para evitar o sol é levar o pet para passear antes das 10h e após as 18h, afirma Maurício Duarte, médico veterinário do Hospital Cães e Gatos de Osasco, na Grande São Paulo.

"É importante ficar atento para o caso de cachorros de focinho curto, de raças como boxer, pug e bulldog. Eles têm mais dificuldade para trocar calor", afirma Duarte. Como os cães transpiram pelo focinho, em dias quentes animais com esta característica podem ter mais dificuldade para respirar, para suar e até para dormir, pondera o veterinário. "Cerca de 90% dos casos de insolação e de problemas relativos ao calor que atendemos ocorrem com estes cachorros."

Duarte orienta os donos de pets a evitarem ventilador incidindo diretamente no animal. "O proprietário faz isso com boa intenção, mas dependendo do cachorro, pode causar traqueíte", diz ele. A traqueíte também é conhecida como "tosse canina" e é uma infecção das vias respiratórias.

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